Quinteto violinista.

A cada toque, cada beijo, aumentava a sensação de estar nas nuvens. Era como se estivesse subindo andares em um elevador invisível, como se a gravidade já não existisse. Se pudesse, faria com que aquele momento jamais acabasse ou que, caso isso acontecesse, que fosse para algo melhor começar. Mas parecia impossível. Haveria algo melhor que aquilo? Algo melhor do que aquilo que ela agora sentia?

Um comentário:

lô colares. disse...

isso é que é amor.